Blitz flagra veículos irregulares fazendo transporte escolar

postado em 14/02/2011 10:18 por PECASVAN .COM   [ atualizado em 20/05/2011 16:37 por Frederico Sotero ]


RENAULT MASTER GANHA NOVA GERAÇÃO NO BRASIL EM 2012

postado em 20/01/2011 07:36 por PECASVAN .COM   [ atualizado em 19/05/2011 09:39 por Frederico Sotero ]


Comercial seguirá os passos de Fiat Ducato e cia, que também mudarão

Com a renovação prevista para alguns concorrentes, a Renault pretende reforçar o Master para manter o bom volume de vendas e não perder mercado, como acabou acontencendo com seus produtos “esquecidos” em alguns segmentos. Deste modo, a marca já bateu o martelo para o lançamento da nova geração do utilitário em solo brasileiro. É o que informa o blog Autos Segredos.

A renovação do Master vem por dois motivos: a chegada recente de produtos mais modernos, como Ford Transit e Iveco Daily, e o futuro lançamento de veículos avançados, como o trio Fiat Ducato/Citroën Jumper/Peugeot Boxer. Para não ficar para trás dos rivais franceses, a receita da Renault é modernizar seu produto também.

Com desenho mais moderno e arrojado, o Master aposta no melhor acabamento para conquistar público. Entre os equipamentos, há novidades lá fora, mas aqui ainda não se sabe o que será oferecido. Na motorização, será mantido o 2.5 16v dCi de 115 cv e 29,6 kgfm. No entanto, ele recebe melhorias para atender às novas normas de emissão de poluentes, o que baixará também seu consumo.

Lá fora, o Master dá origem ainda a versões de veículos comerciais para Nissan e Opel-Vauxhall.

Fonte:  autodiario.com


VEÍCULOS TOWNER E TOPIC VOLTAM A SER VENDIDOS NO BRASIL

postado em 19/01/2011 04:08 por PECASVAN .COM   [ atualizado em 19/05/2011 09:40 por Frederico Sotero ]

Foto: Divulgação     Foto: Divulgação


Importadora trouxe utilitários fabricados na China. 
Minvan será vendida por R$ 24 mil e a van por R$ 55 mil.


A minivan Towner e a van Topic, que eram vendidas no país nos anos 90, estão de volta ao mercado brasileiro em modelos importados da China.

 

A CN Auto, empresa responsável pela importação e distribuição dos utilitários já trouxe ao Brasil 1,1 mil carros de um lote de 3 mil previsto para este ano. 

 

A Towner é fabricada pela montadora chinesa Hafei Motor e vai custar R$ 24 mil. Tem motor 1.0 a gasolina com 48 cavalos de potência. Será oferecida nas versões picape, furgão e passageiro. 

A Topic, produzida pela Shenyang Brilliance Jinbei, tem preço em torno de R$ 55 mil. Conta com motor 2.2 bicombustível com opção para GNV e 102 cavalos de potência. A versão passageiro tem capacidade para sete pessoas. Também será oferecida como escolar e furgão. 

 

A empresa estima que venderá 2 mil carros até o final do ano. Em 2009, a expectativa de vendas é de 12 mil unidades. 

Fonte: globo.com


VANTAGENS GNV

postado em 18/01/2011 04:46 por PECASVAN .COM   [ atualizado em 19/05/2011 09:41 por Frederico Sotero ]

A Topic aposta no uso do GNV afinal,  o gás natural veicular, o GNV, é um combustível em sintonia com as necessidades do mundo moderno, conciliando eficiência, economia e respeito ao meio-ambiente. É um combustível disponibilizado na forma gasosa, que a cada dia mais vem sendo utilizado em automóveis, como alternativa à gasolina e ao álcool. 

A Topic pode ser bicombustível, gasolina ou GNV. A qualidade do GNV é garantida, pois o GNV não pode ser adulterado.

Em relação à economia, além do custo do combustível, a conversão proporciona uma média de economia de até 65% sobre o valor do litro da gasolina. Aliado ao custo do combustível, o GNV é mais econômico, pois ele tem um rendimento de 20% maior em relação à gasolina e de 50% maior em relação ao álcool.

Além da economia de combustível, alguns Estados oferecem incentivos para utilização do produto, possibilitando descontos no valor do IPVA: Rio de Janeiro 75% e São Paulo 25%.

Fonte: cnauto.com


ROSINHA APROVA PADRONIZAÇÃO DAS VANS DO TRANSPORTE ALTERNATIVO

postado em 17/01/2011 04:20 por PECASVAN .COM   [ atualizado em 19/05/2011 09:42 por Frederico Sotero ]



A Prefeita Rosinha Garotinho aprovou na tarde desta quinta-feira (13) a  padronização das vans do transporte alternativo. A prefeita inspecionou, no pátio da prefeitura, o primeiro veículo adesivado, com faixa nas cores verde e preto, disposta horizontalmente, com informação da linha e o número de ordem do carro. 

Dirigentes e motoristas de cooperativas de vans do transporte alternativo comemoram a iniciativa e a prefeita considera que a medida é um marco no transporte de passageiros, porque muda a realidade do transporte alternativo em Campos.

Dirigentes de cooperativas agradeceram a prefeita por solucionar uma pendência de mais de 10 anos. “Esta data entra para a história do transporte alternativo em Campos. Estou emocionada, porque durante muitos anos temos trabalhado com sacrifício e com muita perseguição de órgãos que atuam com usurpação de função e prejudicado bastante os cooperados e a população que, muitas vezes, era obrigada a descer das vans. Mas esta era está ficando para trás, graças à prefeita, que cumpriu a promessa que fez em campanha e com boa vontade e sensibilidade legaliza o transporte alternativo em nossa cidade", disse Rosana Moreira, presidente da Campos-Cooper, que opera a linha Campos-Farol.
Fonte:  farol noticias 

MERCEDES-BENZ CONVOCA PROPRIETÁRIOS DO SPRINTER NO BRASIL

postado em 14/01/2011 12:01 por PECASVAN .COM   [ atualizado em 19/05/2011 09:42 por Frederico Sotero ]


Recall envolve o 311, 313 e 413, fabricados entre julho e setembro de 2009.
Motivo é o desgaste excessivo do cabo do freio de estacionamento.

Do G1, em São Paulo

Mercedes-Benz SprinterMercedes-Benz Sprinter 311 (Foto: Divulgação)

A Mercedes-Benz do Brasil anunciou nesta terça-feira (15) o recall dos veículos Sprinter, modelos 311, 313 e 413 Van, Furgão e Chassi, fabricados entre julho e setembro de 2009, por desgaste excessivo do terminal do cabo do freio de estacionamento.

Confira o número dos chassis dos veículos envolvidos:

Modelo: 311, 313 e 413 Van, Furgão e Chassi
Data de fabricação: de julho de 2009 a setembro de 2009
Chassis: de 8AC9036729E021546 a 8AC9036629E021986

Os proprietários das unidades convocadas devem procurar a rede de concessionárias autorizadas da marca para substituição do cabo de freio de estacionamento. A fabricante alerta que o componente pode quebrar, impedir o funcionamento do freio e, eventualmente, resultar em acidente.

Para dúvidas ou mais informações, a Mercedes-Benz disponibiliza o telefone 0800 970 90 90 e o site www.mercedes-benz.com.br.

O Procon-SP orienta que o recall envolve os modelos adquiridos da concessionária ou de pessoa física e não há prazo limite para atendimento à campanha. Se o consumidor tiver qualquer dificuldade para efetuar o reparo/substituição, deve procurar um órgão de defesa do consumidor.

A Fundação Procon-SP entende que por se tratar de possibilidade de acidente com risco à saúde e segurança dos usuários e de terceiros, o atendimento deve ser de imediato. Se o consumidor tiver qualquer dificuldade para efetuar o reparo/substituição, deve procurar um órgão de defesa do consumidor.

O Procon-SP orienta que a empresa deverá apresentar os esclarecimentos que se fizerem necessários, conforme determina o Código de Defesa do Consumidor, inclusive com informações claras e precisas sobre os riscos para o consumidor.

O telefone para informações é 151, que também atende consulta para saber se uma determinada empresa tem reclamações no Procon-SP. O site do órgão é o www.procon.sp.gov.br.

Fonte: globo.com


MERCADO DE VANS E FURGÕES TENTA SUPERAR QUEDA NAS VENDAS COM NOVIDADES

postado em 13/01/2011 10:12 por Frederico Sotero   [ 19/05/2011 09:43 atualizado‎(s)‎ ]

O segmento de vans e furgões grandes guarda uma peculiaridade no Brasil. São poucos os modelos e marcas que atuam no segmento. Por isso, quando uma montadora faz um movimento, normalmente “empurra” as outras, que tendem a apresentar novidades na sequência. É o que aconteceu nas últimas semanas.

A Renault promoveu um “face-lift” na Master, com singelas evoluções técnicas. Em seguida, a Mercedes-Benz lançou uma nova versão da Sprinter, voltada ao uso urbano. Agora, a Fiat apresenta um novo motor no modelo 2010 da Ducato. E a Iveco reserva uma versão elétrica da Daily. Isso sem falar que, meses atrás, no fim de 2008, a Ford passou a importar a Transit, enquanto a CN Auto começou a vender no país a chinesa Topic - nome copiado da van/furgão da extinta marca coreana Asia Motors, que fez sucesso por aqui nos anos 90.

Só que mais que meros “movimentos coordenados”, as recentes novidades também buscam amenizar a queda nas vendas no ano. De janeiro a julho, o segmento recuou 9% em relação ao mesmo período de 2008, com 14.036 unidades vendidas contra 15.461 emplacamentos no ano passado. Trata-se de uma redução considerável em um segmento de vendas pequenas. No ano passado, por exemplo, foram pouco mais de 22 mil modelos licenciados ou 0,8% dos 2,67 milhões de automóveis e comerciais leves comercializados no país. “É um mercado que tem menos dinâmica, até pelo volume que apresenta. Além disso, o próprio movimento nesse tipo de nicho é mais estratégico que a curto prazo”, observa Ricardo Fischer, gerente de marketing de produto da Renault.

Não por acaso, a montadora francesa resolveu fazer mais que uma reestilização na Master, que não sofria mudanças desde 2002, ano em que chegou ao mercado. Além de retocar o desenho frontal - para ter a “cara” do modelo europeu -, a Renault adotou o câmbio manual de seis marchas, com a manopla integrada ao painel. Mudanças que prometem favorecer a ergonomia e menor consumo.

Este também foi o objetivo que levou a Fiat a aplicar um novo motor na Ducato. O modelo ganha o sufixo Multijet Economy e troca o propulsor 2.8 a diesel por um 2.3, que mantém a potência de 127 cv e promete ser 10% mais econômico. “O cliente de comerciais leves busca a melhor relação custo/benefício, visto que o produto é uma ferramenta de trabalho e o cálculo básico é sobre o retorno do capital investido”, sintetiza Antônio Sérgio, Diretor de Veículos Comerciais da Fiat.

O segmento de furgões e vans grandes também oferece oportunidades pontuais. Uma das mais recentes é a restrição, por parte da Prefeitura de São Paulo, à circulação de caminhões no perímetro urbano. A “moda” começou a ganhar força em outras cidades brasileiras e a Mercedes-Benz correu para apresentar a Sprinter Street 311 CDI, furgão com 13,4 m3 de capacidade volumétrica e entre-eixos alongado, próprio para transportar pequenas cargas dentro das cidades. “Além de contemplar a restrição aos caminhões, a nova versão Street também pode ser conduzida por motoristas com habilitação B, de carros de passeio”, ressalta Sérgio Galhardo, gerente de vendas da linha Sprinter da Mercedes.

Tanto Master, quanto Ducato e Sprinter, os três mais vendidos do nicho, recebem novidades num momento oportuno. Depois da chegada da nova geração da Iveco Daily, no início de 2008, a Ford passou a importar a Transit da Turquia, no fim do ano passado. E Citroën Jumper e Peugeot Boxer - que compartilham a plataforma com a Ducato - podem ganhar novidades até o próximo ano. “Vínhamos “namorando” a ideia de trazer a Transit há algum tempo. É um negócio adicional para a montadora e temos uma rede de concessionárias especializada nesse perfil de cliente”, reforça Pedro Aquino, gerente de marketing de caminhões da Ford. “Esse é um segmento novo. Os clientes ainda estão definindo o que preferem, se buscam a beleza, a capacidade de carga, o conforto, a economia de combustível, a manutenção, o valor de revenda”, enumera Daniel Silveira, engenheiro de vendas da Iveco.

Há também os que procuram o menor custo. Nesse aspecto, a Jimbei Topic se mostra imbatível. O modelo importado da China é vendido a partir de R$ 56.800, valor muito abaixo da média dos outros modelos do segmento, com preços entre R$ 80 mil e R$ 100 mil e que miram um cliente que foge dos frotistas. “As vans de marcas tradicionais são quase uma exclusividade de pessoas jurídicas, basicamente comprados por empresas. A Topic é mais acessível, sobretudo para o público autônomo”, valoriza Miguel Calmon Gama, diretor executivo da CN Auto. Em um segmento ainda pequeno, cada vantagem tem seu valor.

Muito chão

O mercado brasileiro de vans e furgões grandes quase duplicou de 2005 para cá. Foram 13 mil unidades comercializadas naquele ano contra os 22 mil emplacamentos registrados em 2008. Porém, se comparado ao volume do mercado europeu, ainda há muito o que crescer. Lá, esse segmento supera em mais de dez vezes o tamanho do brasileiro. “Da mesma forma que a relação de veículos de passeio por habitante ainda “engatinha” no Brasil, a utilização de furgões grandes deve crescer bastante ainda, quer seja para transporte de cargas, passageiros e executivos ou para transformações”, aposta Antônio Sérgio, Diretor de Veículos Comerciais da Fiat.

Mais que crescer nas vendas, porém, a maioria das vans e furgões comercializados aqui oferecem uma enorme variedade de configurações. Só que a utilização desses veículos ainda é muito voltada ao transporte de cargas e de passageiros nos grandes centros urbanos. Enquanto isso, na Europa, vans são utilizadas em diversos propósitos. Servem como veículo particular para executivos em viagens a trabalho, modelos de luxo voltados ao turismo, ambulâncias ou táxis. “Lógico que o mercado brasileiro ganhará sofisticação à medida que crescer. Mas tudo à nossa maneira. Já existe uma demanda muito específica por vans blindadas. E temos empresas que possuem gabarito similar ou igual ao de empresas europeias”, conclui Ricardo Ficher, gerente de marketing de produto da Renault.

Acekeradas

- A Ford vai exibir uma versão da Transit para executivos entre os dias 26 a 30 de outubro, no 17º Salão Internacional do Transporte - Fenatran.

- Em julho de 1993, a extinta fabricante sul-coreana Asia Motors começou a importar para o Brasil a compacta van/furgão Towner e a grande Topic. Os dois veículos fizeram grande sucesso no país, com quase 80 mil unidades vendidas.

- A Iveco faz uma versão elétrica conceitual da Daily, desenvolvida em parceria com profissionais da Usina Hidrelétrica de Itaipu. O veículo será um dos destaques da montadora no Fenatran.

- A importadora CN Auto começou a trazer a Jimbei Topic no fim de 2008, após exibir o modelo no Salão de São Paulo. O nome foi escolhido propositadamente para reviver a van/furgão da Asia Motors.

- Até o início dos anos 90, praticamente não existiam vans e furgões grandes à venda no Brasil. Na época, a veteraníssima Volkswagen Kombi era a opção do nicho.

- A sul-coreana Kia começou a importar a van Besta em novembro de 1993. O modelo vinha apenas na configuração para 12 passageiros. Quase sete anos depois, em maio de 2000, a montadora passou a oferecer a Besta GS Grand, com capacidade para 16 passageiros.

Fonte:  UOL Carros/Auto Press/Diogo de Oliveira | carros.uol.com.br


VAN TRANSIT TEM O MENOR CUSTO DE MANUTENÇÃO DO MERCADO DE VAN

postado em 09/01/2011 06:05 por Frederico Sotero   [ 19/05/2011 09:43 atualizado‎(s)‎ ]


O Ford Transit chegou no mercado recheado de tecnologia e com menor custo de manutenção, segundo levantamento feito com base na cesta básica de 78 peças de desgaste e reparo da Anfavea



Com duas configurações de furgão (longo e curto) e uma de van, o novo utilitário da Ford possui freios ABS de série entre outros mimos 

Aos 47 anos e na sétima geração, o Ford Transit finalmente chega ao Brasil. O modelo é fabricado na Turquia e será oferecido em duas versões: furgão longo e curto, e van, todos equipados com motor turbo Diesel Duratorq 2.4 L TDCI. 

Apesar da demora, o Transit tem como missão, segundo a Ford, abocanhar 11% do mercado de vans e furgões logo no primeiro ano, o que representa vender 2,9 mil unidades anuais. O veículo estará disponível nas concessionárias Ford Caminhões a partir de janeiro.

Uma das armas utilizadas pela Ford para atingir o objetivo foi encher o modelo de tecnologia, principalmente as de segurança ativa, como freios a disco nas quatro rodas com ABS e distribuição eletrônica de frenagem (EBD), controle eletrônico de estabilidade (ESP) e sistema de assistência em rampas (HLA), que mantém os freios acionados por três segundos em paradas em aclives, tempo suficiente para o motorista acelerar e soltar a embreagem, sem deixar o veículo escorregar. Por conta de tanta tecnologia, apresenta, assim como nos automóveis, rede CAN (Controller Area Network).

O preço? R$ 83.990, o furgão curto (7,5 m³), R$ 93.290 o furgão longo (11 m³) e R$ 103.990 a van, que é oferecida em um único tamanho de chassi (longo). Fica clara, assim, a intenção da Ford em agitar o mercado hoje formado por Mercedes-Benz Sprinter, Fiat Ducato, Iveco Daily, Peugeot Partner e Boxer, Citröen Jumper Minibus e Renault Master e Kangoo Express.

Mecânica


O motor Duratorq é um quatro cilindros com quatro válvulas por cilindro, tuchos hidráulicos com balancins roletados, comandos de válvulas tubulares e volante do motor com dupla massa. Possui também turbocompressor com válvula "waste gate", intercooler e válvula EGR, que diminui o índice de óxido de nitrogênio (NOx) nos gases de escapamento.

A transmissão é manual de seis marchas (Getrag MT 82) todas sincronizadas, inclusive a ré, e mecanismo de mudanças acionado por cabos. A tração é traseira, e toda a linha vem com rodas de aço estampado 5,5 x 16" e pneus 215/75 R16, além de direção hidráulica de série. 

O conjunto de suspensão é independente na dianteira, do tipo McPherson, com molas helicoidais, barra estabilizadora e amortecedores telescópicos de dupla ação pressurizados a gás. A traseira apresenta eixo rígido com molas semi-elípticas e amortecedores telescópicos a gás.

Operação


Agora vamos ao que interessa: custos de operação e, conseqüentemente, manutenção. A Ford dá somente um ano de garantia ao produto que é todo importado da Turquia. Mas, segundo o gerente de Vendas e Marketing da Ford Caminhões, Cláudio Terciano, a montadora irá, por meio da rede concessionária, "oferecer contratos de manutenção de dois anos adicionais com peças de desgaste inclusas." 

Na cerimônia de apresentação para a imprensa, o presidente da Ford Caminhões, Oswaldo Jardim, anunciou que não descarta a nacionalização de peças de reparo e desgaste. "Temos excelentes fornecedores aqui", disse, ao afirma ainda que levantamento feito com base na cesta básica de peças da Anfavea, incluindo 78 itens de desgaste e reparo, mostra que a Transit tem o menor custo do segmento. Fato é que o reparador começará a ter, em breve, mais um freqüentador na sua oficina. 

Primeiras impressões

A convite da Ford, realizamos test drive em uma van Transit, que transporta 13 passageiros mais motorista. Não é um automóvel de passeio, mas chega perto. De longe lembra a Kombi com o tradicional volante horizontal. Mas, ainda assim, causa estranheza, principalmente pela posição do painel que obriga o motorista desviar totalmente o olhar para visualizar instrumentos fundamentais (velocímetro, conta giros etc.). Em compensação, a área de visão é excelente.

Causa estranheza, também, a relação embreagem/acelerador, principalmente no início do movimento. É preciso pisar bem no acelerador e saber controlar o pedal da embreagem. Qualquer descuido é motivo para dar solavanco ou pior, deixar o carro morrer. Agora entendo porque sempre preferi ônibus a van, no transporte público. Van é negócio para profissional, como ônibus, mas nem todos que dirige uma é habilitado corretamente. Neste ponto, a inclusão de tecnologias de segurança ativa como os freios ABS com EBD, o ESP e o HLA são muito bem vindos. Tomara que não demore para a concorrência copiar a iniciativa. 

Em todos os modelos disponibilizados para o mercado brasileiro, a cabine comporta três ocupantes, o motorista mais dois. Apesar de o espaço ficar um pouco apertado, a alavanca do câmbio está bem à mão, como em um carro de passeio. Com seis marchas, é possível extrair bem a potência do motor turbo Diesel, que desenvolve 115,6 cv de potência a 3.500 rpm, com torque máximo de 31,63 kgfm a 1.750 rpm. Ainda assim, seria mais interessante um câmbio automático ou automatizado, que eliminaria os trancos, e facilitaria a condução, além de trazer outros benefícios já conhecidos, característicos das caixas não-manuais, principalmente em um veículo de transporte de pessoas para centros urbanos. 

O diâmetro de giro da van surpreendeu. Idêntico no furgão longo, o carro manobra com distância de 13,3 metros de guia a guia e de 14,3 metros de parede a parede. O furgão curto é ainda mais ágil, com diâmetro de giro de 10,8 metros guia a guia e de 11,4 metros parede a parede.

Um item, porém, desagradou bastante: o ar-condicionado. Vendido como opcional, não deu conta do recado no test drive em Atibaia, cidade de temperatura amena mas que no dia apresentava calor intenso, típico de verão, com termômetros acima dos 30°. Com apenas seis pessoas dentro da van (duas na frente e quatro atrás), o sistema deixou muito a desejar, demonstrando ser insuficiente para resfriar os 9,5 m³ do habitáculo interno.

 

Matéria da edição Nº215 - Janeiro de 2009

Fontes: ford.com.br e oficinabrasil.com.br

 

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