DICAS SOBRE VANS

Acompanhe aqui as melhores dicas sobre vans!

DICAS SOBRE ALUGUEL DE VANS

postado em 20/01/2011 07:51 por PECASVAN .COM   [ atualizado em 22/08/2011 12:21 por Frederico Sotero ]


DICAS DE HOJE - ECONOMIA DE COMBUSTIVEL

postado em 19/01/2011 03:42 por PECASVAN .COM   [ atualizado em 07/06/2011 10:52 por Frederico Sotero ]



ABC DO CARRO

postado em 18/01/2011 05:31 por PECASVAN .COM   [ atualizado em 19/05/2011 09:45 por Frederico Sotero ]

 
Não tem jeito: quem gosta de automóvel sempre quer saber tudo sobre seu funcionamento, mas alguns componentes são bastante complicados para um leigo. Então, se você não é engenheiro mecânico, aqui você encontra a tradução do conceito e da funcionalidade das principais peças e sistemas de um veículo, de forma simples e clara. Basta clicar nos links abaixo:

AEROFÓLIO
Peça com função aerodinâmica instalada na carroceria. Tem a finalidade de ajudar a manter o veículo pressionado contra o solo quando em movimento. Na maioria dos carros de série, que rodam dentro dos limites de velocidade estabelecidos por lei, tem utilidade mais decorativa que efetiva. Nos carros de competição é que seu desempenho se revela fundamental, principalmente nos carros monopostos de rodas descobertas. Sem utilizar os aerofólios, eles simplesmente decolariam ao atingir grandes velocidades.

AIRBAG
Considerado acessório, é uma bolsa de ar que infla em caso de colisão para proteger motorista e passageiro. O mais comum é o frontal, mas já existem carros com airbags laterais. Pode ser considerado um auxiliar do cinto de segurança. No Brasil, os carros estão equipados com o modelo europeu, que é detonado em batidas a partir de 24 km/h (com velocidade de explosão de 150 km/h), ou com o americano, que detona em colisões a partir dos 15 km/h com velocidade de explosão de 320 km/h. Em ambos os casos, o estrondo atinge aproximadamente 140 decibéis, o que equivale ao barulho produzido por uma turbina de avião. A bolsa é inflada quando um sensor de desaceleração ativa um recipiente que contém várias pastilhas propelentes. Elas recebem uma descarga elétrica que provoca a liberação de um gás, responsável por encher a bolsa. Todo esse processo não leva mais que 15 milissegundos (1 milissegundo equivale a 1 milésimo de segundo).

ALTERNADOR
O alternador é um gerador de corrente alternada que é transformada em corrente contínua por componentes eletrônicos. É acionado por uma correia ligada ao motor. A própria bateria é recarregada graças ao funcionamento do alternador. Com isso, ela fornece a energia que alimenta faróis, lanternas, ar-condicionado, vidros elétricos, rádio e CD player e outros acessórios elétricos nos veículos.

AMORTECEDOR
Equipamento que integra o sistema de suspensão do automóvel. Instalado junto com as molas em cada uma das rodas, compensa o balanço, absorve as oscilações da carroceria e é responsável por manter as rodas do carro sempre em contato com o chão diante das diferentes superfícies e irregularidades que podem surgir no solo, como lombadas e buracos.

AR-CONDICIONADO
Aparelho que muda a temperatura e a umidade de um ambiente dentro de limites prefixados. Na realidade, o ar-condicionado não é propriamente um gerador de frio, e sim um transformador do ar ambiente para frio com a ajuda de um gás refrigerante que o alimenta. Possui um filtro para eliminar impurezas vindas do ar externo. Item de conforto praticamente indispensável em regiões tropicais, onde um carro estacionado ao sol pode atingir temperatura interna de até 70 entígrados. Recomenda-se uma revisão anual para verificar o filtro (quee pode acumular fungos, por exemplo) e o nível do gás e ligá-lo também no inverno para que seus componentes não fiquem ressecados. Nos carros 1.0 que têm ar-condicionado instalado de fábrica, sistemas desativam momentaneamente o aparelho, canalizando toda a potência possível para o motor em ultrapassagens, por questão de segurança. Atenção: todo ar-condicionado retira de 7,5 a 15 cavalos de potência do motor.

BARRA ESTABILIZADORA
Limita a inclinação lateral do carro nas curvas, também conhecida como rolling. Se não existisse essa barra, ficaria apenas para as molas e os amortecedores o trabalho de evitar que a carroceria se inclinasse demais. Mesmo assim, a suspensão teria que ser bastante dura para impedir uma capotagem. Com o auxílio dessa barra, a suspensão pode ser mais macia e, em conseqüência, fornecer maior conforto sem comprometer a estabilidade do veículo nas curvas.

BATERIA
Fonte de energia elétrica do carro. É um acumulador de eletricidade. Aciona o motor de arranque (que dá partida ao motor) e é responsável por manter todo o sistema elétrico do veículo em funcionamento.

BOBINA
Peça que compõe o sistema elétrico. Gera uma corrente de alta tensão a partir da menor corrente de energia contínua da bateria para o distribuidor (quando ele existe), que se encarrega de fornecer a faísca necessária para iniciar a combustão da mistura ar/combustível no interior do motor.

BOMBA DE ÁGUA
Presente em todos os motores refrigerados a água, é o equipamento que faz o líquido se movimentar pelo motor para resfriá-lo. Este componente serve para ativar sua circulação forçada no circuito de arrefecimento do motor. Retira o fluido quente do bloco e o leva para o radiador, que tem a função de resfriá-lo. É acionada por um motor elétrico ou pela correia que, ligada ao virabrequim, faz funcionar o alternador.

BOMBA DE COMBUSTÍVEL
Equipamento que leva o combustível até o motor pela linha de alimentação. Existem dois tipos de bomba. A elétrica compõe um sistema mais moderno e é instalada dentro do próprio tanque de combustível. A mecânica, acionada por meio de um excêntrico instalado no eixo chamado comando, é menos utilizada atualmente. A movimentação de uma membrana elástica chamada diafragma dentro da bomba produz a sucção que impulsiona o combustível para o carburador, se for o caso, ou para o sistema de injeção.

CÂMBIO AUTOMÁTICO
O câmbio automático pode ter até seis marchas. Dispensa a embreagem e seu pedal. As letras e números que o acompanham são as iniciais em inglês das posições em que o câmbio funciona e os números são as marchas. Em alguns modelos, há uma canaleta lateral que serve para se mudar as marchas manualmente. É o chamado câmbio seqüencial.

CÂMBIO MANUAL
A caixa de mudança do tipo manual pode ter até seis marchas, mais a ré. Sem o câmbio, as diferentes velocidades do motor não poderiam ser atingidas e nem haveria o total aproveitamento da potência motriz.

CARBURADOR
Dispositivo que regula a mistura ar/combustível na dose certa para o motor. A regulagem é feita manualmente ajustando a válvula chamada agulha. Existem carburadores simples, duplos e até triplos, dependendo da canalização. Nos carros mais modernos, foi substituído pela injeção eletrônica.

CILÍNDROS DE VÁLVULAS
Os cilindros são aberturas no bloco do motor nos quais os pistões deslizam, subindo e descendo de acordo com a explosão e o movimento do virabrequim. As válvulas servem para permitir a entrada da mistura ar/combustível (válvula de admissão) e deixar sair os gases resultantes da queima dessa mistura (válvula de escape).

CINTO DE SEGURANÇA
Equipamento de segurança, de uso obrigatório por lei, que prende os ocupantes do carro nos bancos. Dentro da caixa onde é feita a ancoragem do cinto de segurança existe uma engrenagem dentada que enrola e desenrola a tira do cinto. Ao lado dessa engrenagem, fica uma pequena esfera que aciona a trava em situações de impactos violentos. Em freadas bruscas, pode-se sentir que o cinto fica mais firme, segurando o corpo do seu usuário. A esfera funciona com a desaceleração, que aciona a trava de segurança, impedindo que a engrenagem se movimente. Os fabricantes do equipamento recomendam que, para maior segurança do motorista e dos passageiros, o cinto deve permanecer sempre o mais esticado possível (mesmo com o desconforto que isso possa causar).

COMANDO DE VÁLVULAS
É um eixo que controla o movimento das válvulas de admissão e escape. Acionado pelo virabrequim por meio da correia dentada, engrenagens ou corrente, o eixo de comando de válvulas possui excêntricos que determinam com precisão qual válvula deve se abrir ou fechar naquele exato instante, de maneira que obedeçam a uma seqüência correta.

COMBUSTÍVEL
É uma substância que, em determinadas condições de pressão e temperatura, combina-se com o oxigênio e inflama-se, gerando calor. As substâncias combustíveis podem ser líquidas, sólidas ou gasosas. Por misturar-se finamente com o ar, consideram-se carburantes os combustíveis líquidos e gasosos usados para alimentar todos os motores de combustão interna. Pode ser gasolina, que é o mais conhecido e utilizado em todo o mundo, álcool, diesel ou GNV (gás natural veicular).

CORREIA DENTADA
Correias transmitem movimento entre eixos paralelos. Existem correias planas, trapezoidais e dentadas. A correia dentada (que não transmite o movimento por atrito, mas pela tração exercida pelos dentes da correia sobre os dentes da polia) tem a função de transmitir a rotação do virabrequim para o eixo que comanda as válvulas do motor, sem que haja um deslizamento da correia na polia. Se a correia quebrar, o motor pára e não pega nem no tranco. Tentativas podem danificar peças como bielas, válvulas e até mesmo o virabrequim.

DIFERENCIAL
É um componente que faz os eixos das rodas motrizes se movimentarem em velocidades diferentes. Sem ele, seria mais difícil fazer curvas. A roda interna, em uma curva, percorre uma distância mais curta que a roda externa e o diferencial entra em ação para compensar essa diferença. Compõe-se de engrenagens cônicas, coroas e satélites que se interligam criando a geometria de raios menores e maiores que possibilita o giro do carro tanto em curvas à direita como à esquerda, amenizando também o desgaste dos pneus.

DIREÇÃO
Mecanismo ligado à caixa de direção, acoplando braços e terminais que possibilitam o esterçamento (movimento das rodas). Basicamente, pode funcionar a partir de dois sistemas: mecânico ou servo-assistido. As do segundo tipo podem ser hidráulicas ou eletro-hidráulicas. Nesses dois casos, uma bomba hidráulica suaviza o movimento e diminui o esforço que o motorista faz para virar a direção. A hidráulica comum usa a força direta do motor para ativar o compressor de óleo. A pressão ajuda a mover as rodas ao virar o volante. Ja a eletro-hidráulica utiliza a energia de um pequeno motor elétrico ligado ao compressor por uma correia, aliviando o esforço do motor, que não precisa emprestar potência para seu funcionamento. Basicamente, o mecanismo comum e principal em todos esses casos é composto de pinhão e cremalheira.

EMBREAGEM
Existente nos veículos com câmbio manual e nos semi-automáticos, a peça intermediária que liga o motor à caixa de câmbio é composta por um platô, disco e a carcaça que gira na mesma rotação do motor. Quando o motorista pisa o pedal, o disco é liberado, passando a girar por inércia e permitindo que se faça a troca de marcha nesse intervalo de tempo. Nos carros de transmissão automática, a embreagem não existe. É substituída por um conversor de torque. Em grande parte dos carros, o pedal da embreagem começa a endurecer a partir dos 30000 quilômetros porque o conjunto passa a apresentar desgaste. A mola do disco perde de 20% a 30% de sua pressão. A mola do platô também sofre com a deterioração, prejudicando todo o mecanismo. O mau uso, como a utilização agressiva do pedal, contribui para o desgaste mais rápido da embreagem. Nesse caso, a única alternativa é substituir a peça.

FILTROS
São utilizados em todos os veículos e têm o objetivo de reter partículas e outras sujeiras que possam prejudicar o desempenho dos componentes que protegem. O filtro de ar, que está localizado no início do coletor de ar, serve para reter poeira e partículas maiores que são puxadas pela aspiração do motor. Em grande parte dos carros, o de combustível fica próximo dos bicos injetores ou do carburador. O filtro de óleo normalmente fica bem visível, por estar instalado no bloco do motor. Estes últimos têm a função de eliminar as impurezas que existam nos líquidos.

FREIOS
Há dois sistemas: a disco e a tambor. O primeiro funciona quando duas pastilhas prendem o disco que acompanha o movimento da roda. No segundo, a pressão das lonas alojadas dentro do tambor faz com que este pare a roda. A maioria dos carros hoje tem um sistema misto, a disco na frente e a tambor atrás. Alguns são fabricados com discos nas quatro rodas. O funcionamento depende do fluido de freio e do estado dos discos, pastilhas, lonas e tambores. O fluido deve ser trocado a cada 30000 quilômetros, e as pastilhas e lonas, a cada 15000 – ou menos, se forem muito exigidos. O sistema de freio ABS (do inglês Antilock Braking System, ou sistema de antitravamento) oferece mais segurança nas frenagens graças a um dispositivo eletrônico que modula a pressão do fluido de freio nas rodas, impedindo que travem em freadas bruscas. Funciona comandado por uma unidade de controle, instalada perto do motor e ligada a quatro sensores, conectados a cada roda. Quando o pedal do freio é acionado, os sensores fazem a leitura da velocidade das rodas. A unidade de controle calcula qual roda deve girar mais devagar ou mais rápido para evitar uma derrapagem. Por isso ele é mais eficaz. E não se assuste ao usá-lo. Trepidações no pedal são normais no sistema com ABS. Mesmo com o pedal tremendo, deve-se mantê-lo pressionado, sem medo.

FUSÍVEL
É usado para proteger os circuitos elétricos de danos em caso de fluxo de carga excessivo. É sempre bom ter alguns de reserva no carro, de várias amperagens (consulte o manual do proprietário), já que você mesmo pode trocá-los em uma emergência.

IGNIÇÃO ELETRÔNICA
A ignição começa o processo da queima da mistura ar/combustível comprimida pelo pistão. A eletrônica calcula o momento do ponto de ignição. Substitui os distribuidores convencionais por mapas eletrônicos, com resultado mais eficiente que a ignição convencional.

INJEÇÃO ELETRÔNICA
A dosagem do combustível com o ar pelo sistema eletrônico dispensa a regulagem manual porque o mapeamento programado na central eletrônica comanda a mistura ar/combustível em quantidades quase ideais. A sigla SPI ou SFI indica que um único bico injetor alimenta todos os cilindros. Também é conhecida como injeção monoponto. MPFI indica que cada cilindro possui o seu próprio bico injetor. É a chamada injeção multiponto. Existe um sistema mais moderno, o GDI (Gasoline Direct Injection), em que o bico injetor está instalado diretamente dentro da câmara de combustão. Ainda pouco conhecido e utilizado, este sistema acompanha alguns veículos mais luxuosos.

JUNTA DO CABEÇOTE
Posicionada entre o bloco e o cabeçote do motor, essa junta é composta por uma camada de amianto coberta por duas chapas de cobre. Sua forma reproduz com exatidão os vários perfis encontrados no cabeçote, que fornecem um apoio com vedação hermética para as câmaras de combustão, passagens de água e de óleo sob pressão, furos de retorno do óleo e condutos para as varetas das válvulas. A junta deve resistir às altas temperaturas da câmara de combustão (acima de 1000 graus centígrados) e à pressão, sem ficar incandescente nem provocar vazamentos.

JUNTA HOMOCINÉTICA
Atualmente, a junta homocinética é usada para unir os semi-eixos às rodas esterçantes nos carros que possuem tração dianteira. Sua articulação angular permite a movimentação das rodas de maneira uniforme. Isso evita as vibrações que normalmente ocorrem no cardã, também conhecido como cruzeta ou junta universal.

LUZES
O farol baixo deve ser usado na cidade e na estrada. O alto pode ser utilizado quando se trafega sozinho em uma rua ou estrada durante a noite. Ele amplia o campo de visão. Porém, não se deve utilizar farol alto se houver um veículo vindo na direção contrária ou se existir outro carro à sua frente. Em ambos os casos, o ofuscamento vai prejudicar a visibilidade do outro condutor. Também não se deve usá-lo quando há neblina – aí, por uma questão explicada pela Física: a refração. Para viajar com o carro carregado é recomendável verificar a regulagem da altura dos faróis, já que o veículo ficará com a traseira mais baixa em relação à dianteira.

LUZES DE ALERTA DO PAINEL
As luzes dos indicadores de alerta se acendem no painel quando se fecha um circuito elétrico. Por exemplo, as luzes que indicam a falta de óleo ou de fluido de freio estão ligadas a uma bóia dentro dos respectivos reservatórios. Quando o nível do líquido diminui, ela desce e encosta em um interruptor que fecha o circuito elétrico, fazendo a luz do painel acender. Esse alarme visual funciona também para todas as outras luzes que indicam o funcionamento ou problema em algum sistema.

MOTOR
Responsável por transformar energia em movimento, é o motor que gera os cavalos (cv = cavalo-vapor) e o torque (a força de tração). Seus principais componentes são: cárter (reservatório de óleo), bloco (que abriga o virabrequim e os pistões), cabeçote (parte superior e sede da câmara de combustão), válvulas, eixo do comando de válvulas e seus outros assistentes, como velas e bicos injetores. Quando giramos a chave de ignição, ela aciona o motor de arranque, que faz o motor ligar. Ele também pode pegar no tranco. Só faça isso em emergências. O tranco pode quebrar o dente de uma engrenagem do câmbio, além de haver o risco de enxarcar o catalisador. Deve-se engatar a terceira marcha, mantendo o pé na embreagem. Ligue o contato. Com o carro em movimento, tire o pé da embreagem e torça para que o motor volte a funcionar. Importante: esse processo não se aplica a carros automáticos, que podem se danificar seriamente em uma tentativa dessas. Eles devem ser removidos por um guincho do tipo plataforma.

MOTOR DE ARRANQUE
O motor de arranque é o equipamento que transforma a energia elétrica da bateria em energia mecânica, transmitida ao motor para o início do seu funcionamento. Ele surgiu em 1912, mas passou a ser adotado pelos fabricantes de automóveis 15 anos depois, quando foi aperfeiçoado e deixou de apresentar problemas nos componentes elétricos, que diminuíam sua durabilidade. Seu funcionamento é simples. Ao se ligar o carro, o motor de partida faz girar uma roda dentada instalada no volante do motor para que este entre em funcionamento. Como ele exige uma grande energia, se alguém esquecer o rádio ou os faróis ligados, a bateria pode descarregar e o carro só vai pegar no tranco. Por isso, manter a carga máxima da bateria é essencial para seu bom funcionamento.

ÓLEOS
São todas as substâncias lubrificantes que se apresentam no estado líquido em temperatura normal. Existem diferentes tipos dentro de uma classificação técnica, podendo ser de origem mineral ou sintética. São usados para diminuir o atrito entre peças móveis do motor e do câmbio. Fundamentais para o bom funcionamento do veículo, devem estar sempre dentro dos níveis recomendados pelas fábricas. O do motor requer trocas periódicas, também especificadas pelos fabricantes. Importante: não misture óleo mineral com sintético.

PLATINADO
É o nome dado ao conjunto de peças que abre e fecha o circuito de ignição. Sua função é distribuir a energia elétrica para as velas na queima da mistura ar/combustível nos cilindros. O platinado entra em ação quando se liga a chave. A peça sofre desgaste e exige verificação periódica e eventuais regulagens. O ideal é conferir seu funcionamento a cada 5000 quilômetros. Nos carros atuais, esse sistema foi substituído pela ignição eletrônica.

PNEU
Para cada veículo há um tipo de pneu apropriado. Isso evita má aderência e proporciona conforto e resistência ao transportar carga e passageiros. Por exemplo, um pneu com a nomenclatura 175/70 R13 S significa que ele tem 175 milímetros de largura e que a altura de sua lateral é de 70% dessa medida. O R é de radial, 13 é o diâmetro em polegadas do aro da roda e S indica que a velocidade máxima para este tipo de pneu é de aproximadamente 180 km/h.

RADIADOR
Parte do sistema de arrefecimento do veículo, o radiador realiza as trocas de calor entre ar/água ou ar/óleo, mantendo o motor e seus componentes em uma temperatura ideal de funcionamento. Tem um núcleo que pode ser constituído por uma série de canais (em forma de tubos ou de colméia), por onde passa o ar que irá resfriar a água ou o óleo. É importantíssimo manter a água – normalmente acrescida de um aditivo que reduza seu ponto de ebulição e evite a criação de ferrugem no sistema – sempre no nível indicado no reservatório instalado dentro do compartimento do motor. Sem esse cuidado, o motor pode atingir temperaturas elevadas que podem provocar a queima da junta do cabeçote.

SUSPENSÃO
Seu objetivo é controlar a estabilidade, trepidação, oscilação e flutuação das rodas em contato com as irregularidades do piso. Sem as peças fundamentais como amortecedores e molas não seria possível amenizar o impacto das rodas com o solo, transmitindo desconforto aos ocupantes do carro. Os sistemas de suspensão podem ser independentes, interdependentes, a ar e até “inteligentes” ou ativos.

TRAÇÃO
É a força que impulsiona um veículo. Gerada pelo motor, passa às rodas pelo sistema de transmissão. Pode ser de três tipos: dianteira, traseira ou integral, também conhecida como tração nas quatro rodas. A tração dianteira exige um menor número de peças de transmissão. Com menos peso, há melhor aproveitamento da potência. Outra vantagem é o maior espaço disponível dentro da cabine, já que dispensa o uso do cardã e o túnel. A desvantagem é que sobrecarrega os pneus dianteiros, que são obrigados a tracionar o carro e ainda determinar as mudanças de direção. Na tração traseira, há a transferência de peso para o eixo de trás, diminuindo a possibilidade de o veículo patinar nas arrancadas, o que a torna ideal para carros com desempenho mais esportivo.

TURBO
Turbinar um motor é torná-lo mais potente com a instalação de um turbocompressor. A diferença entre os motores aspirado e turbo está exatamente na forma como o ar é admitido no motor. No aspirado, o ar é sugado pelo movimento dos pistões. A função do turbo é forçar grande volume de ar para dentro dos cilindros, por meio de uma turbina (turbocharger, que é movimentada pelos gases do escapamento) ou por um compressor mecânico (supercharger, acionado por uma correia ligada ao motor do carro). Com mais ar no motor, há um aumento da energia gerada no momento da explosão dentro do cilindro, quando o pistão é empurrado para baixo com uma força maior, aumentando a potência proporcionalmente de 40% a 80%.

VELA
É a unidade responsável por provocar a ignição da mistura ar/combustível dentro do cilindro e, em conseqüência, sua explosão. O eletrodo que gera a faísca trabalha em temperaturas que vão de 400 a 800 graus centígrados. O lado externo da vela é recoberto com material cerâmico que age como uma capa protetora do eletrodo central. Ainda que alguns modelos tenham configuração diferente, em geral cada cilindro tem uma vela. Motores a diesel não são dotados de velas: a explosão se dá pela compressão do combustível.

Fonte:  quatro rodas

 





DICA DE HOJE: ÓLEO LUBRIFICANTE NOS MOTORES DIESEL

postado em 17/01/2011 03:52 por PECASVAN .COM   [ atualizado em 19/05/2011 09:46 por Frederico Sotero ]

Os motores de ciclo diesel, o óleo tlubrificante tem uma utilidade muito ampla. Um bom exemplo de uso do lubrificante é proteger as superfícies metálicas contra corrosão, refrigerar, vedar e reduzir o nível de ruído. De um modo geral o óleo lubrificante dos motores é constituído por uma base mineral ou sintética, com adição de vários outros agentes. Um bom óleo conta com:
- antioxidantes ― que agem quimicamente com o oxigênio, evitando a oxidação dos metais.
- detergentes ― reduzem a formação de placas e depósitos.
- dispersantes ― impedem a aglomeração de borras.
- anticorrosivos ― reduzem o desenvolvimento de substâncias ácidas
- antiespumantes ― agem na espessura das bolhas de espuma, eliminando-as.
- melhoradores de viscosidade ― proporcionam ao óleo uma menor sensibilidade às mudanças de temperatura.
- antidesgastante ― formam uma camada protetora nas superfícies metálicas.

Depois dessa rápida aula de química, se você quer manter o motor de seu veículo em dia, preste atenção nestas regrinhas simples abaixo:

1) O prolongamento da vida útil do motor está diretamente vinculado à qualidade do óleo lubrificante utilizado, à prevenção contra a entrada de contaminantes externos ― água, combustível e poeira ―, e à troca periódica do filtro de óleo.
2) Para saber qual o melhor óleo para o seu motor, consulte o manual do proprietário.
3) Para que o óleo lubrificante exerça com perfeição suas funções, as manutenções devem ser feitas e seguidas de acordo com as informações técnicas dos manuais.
4) Verifique com freqüência o nível do óleo.
5) Observe os prazos de troca do filtro.
6) Siga rigorosamente o tipo de óleo recomendado no que diz respeito à viscosidade (SAE) e à classificação de serviço (API).
7) Observe os prazos de quilometragem da troca do óleo de acordo com as condições de trabalho de cada veículo.

Fonte: www.clubedodiesel.com .br


VANS E FURGÕES MAIS SEGUROS É A PRIORIDADE DA MERCEDES-BENZ NA LINHA SPRINTER 2011

postado em 13/01/2011 10:46 por Frederico Sotero   [ 19/05/2011 09:46 atualizado‎(s)‎ ]


A Mercedes-Benz priorizou a segurança e colocou airbag e ABS/ASR em todos os modelos de vans e furgões. O conforto também está garantido nas Vans Sprinter 2011 que passam a contar, também de série, com vidros elétricos, retrovisores externos elétricos com aquecimento e travamento de portas centralizado com controle remoto.

Linha Sprinter 2011 da Mercedes-Benz traz airbag e ABS/ASR de série

  • Componentes equipam toda a linha de vans, furgões e chassis com cabina
  • Vans Sprinter 2011 passam a contar, também de série, com vidros elétricos, retrovisores externos elétricos com aquecimento e travamento de portas centralizado com controle remoto
  • Cerca de 80.000 veículos Sprinter já foram vendidos no País


Linha Sprinter 2011

Referência de mercado em satisfação do cliente, rentabilidade e excelência, os veículos comerciais leves Sprinter da Mercedes-Benz passam a oferecer ainda mais segurança e conforto para o transporte de cargas e de passageiros. Com a linha 2011, todas as versões de van, furgão e chassi com cabina passam a ser equipadas, de série, com airbag para o motorista e sistema de freios ABS/ASR.


Sprinter Van 413 CDI

Além disso, todas as versões da linha 2011 da van Sprinter passam a contar, também de série, com vidros elétricos, retrovisores externos elétricos com aquecimento e travamento de portas centralizado com controle remoto.

"Com a inclusão desses componentes como itens de série, agregamos ainda mais valor ao Sprinter, um veículo já reconhecido pelos clientes por sua tecnologia avançada e pela alta performance, o que assegura elevados níveis de qualidade, conforto, confiabilidade e segurança", diz Sérgio Galhardo, gerente de Vendas da linha Sprinter da Mercedes-Benz do Brasil.


Sprinter Furgão 313 CDI

Os números de venda também atestam a excelente aceitação dessa família de veículos comerciais leves Mercedes-Benz no País. Já são cerca de 80.000 unidades Sprinter comercializadas no mercado brasileiro, desde que foi lançada, em 1997.

Atendimento antecipado à legislação

Segundo Sérgio Galhardo, com a introdução de airbag e freio ABS/ASR como itens de série na linha Sprinter, a Mercedes-Benz antecipa-se às Resoluções 311 e 312 do CONTRAN - Conselho Nacional de Trânsito.


Sprinter Van 413 CDI

Essas resoluções determinam que até 2014 esses equipamentos devem ser oferecidos como série nos veículos. "Independentemente disso, já a partir de agora, toda a produção do Sprinter sai de fábrica com esses componentes, o que demonstra o compromisso da Empresa com a evolução tecnológica dos produtos e com o atendimento à legislação", destaca o executivo.


Alto nível de segurança

Além de já contar com airbag para o motorista, os clientes do Sprinter podem solicitar, opcionalmente, airbag também para o acompanhante. Essa bolsa de ar inflável amplia notavelmente o nível de segurança passiva para o motorista, oferecendo maior proteção em caso de desaceleração brusca em eventuais colisões.


Sprinter Van - 313 CDI

O freio ABS evita o travamento das rodas, enquanto o ASR impede o seu patinamento. A atuação conjunta desses sistemas de segurança ativa contribui para maior controle direcional do veículo pelo motorista.


413 CDI - Chassi

O excelente padrão de segurança do Sprinter inclui ainda freios a disco nas 4 rodas, cintos de segurança com regulagem de altura, imobilizador eletrônico, farois de neblina e regulagem de alcance dos farois com comando no painel de instrumentos.

Conforto superior para o motorista e os passageiros

Além dos novos itens de série da linha 2011 (vidros elétricos, retrovisores externos elétricos com aquecimento e travamento de portas centralizado com controle remoto), as vans Sprinter oferecem diversos outros itens de comodidade e conforto, tanto para motoristas, quanto para os passageiros. Entre eles, destacam-se bancos individuais com encosto de cabeça integrados (reclináveis, conforme a escolha do cliente), CD player e ar condicionado (opcional).


Sprinter Van - 313 CDI

Os furgões e chassis com cabina contam com assento duplo para acompanhantes. Os furgões saem de fábrica com porta lateral corrediça e porta traseira com abertura de 180 graus. Sob encomenda, podem receber porta lateral corrediça nos dois lados e porta traseira com abertura de 270 graus, conforme a configuração desejada pelo cliente.

Único com tomada de força de fábrica

Os furgões, chassis e vans da linha Sprinter são os únicos do mercado brasileiro que podem ser equipados, de fábrica, com tomada de força no câmbio. Esse componente segue o padrão de qualidade, durabilidade e confiabilidade típico do trem-de-força dos veículos da marca.


Sprinter Furgão 313 CDI

A tomada de força é indicada para acionamento de sistemas hidráulicos de equipamentos destinados a diversas atividades de prestação de serviços, como manutenção da rede elétrica, acionamento de plataformas de autossocorro, plataformas pantográficas, plataformas elevatórias de carga, guindaste hidráulico e plataformas elevatórias para facilitar o acesso de cadeirantes nas vans.

O mais completo suporte de pós-venda

Os clientes do Sprinter, como de toda a linha de veículos comerciais da Mercedes-Benz, contam com os serviços especializados da maior Rede de Concessionários do País, com mais de 200 pontos de atendimento em todo o território nacional, e com o suporte da Central de Atendimento ao Cliente, premiada por nove anos consecutivos como a melhor do setor.

Por meio dos concessionários, os clientes têm acesso a serviços como o Mercedes Assistance, que presta socorro de emergência durante 24 horas por dia em todos os dias do ano; ampla oferta e rápida reposição de peças genuínas; motores e câmbios remanufaturados da linha RENOV; contratos de manutenção e treinamento de motoristas e mecânicos.

Sprinter assegura rentabilidade e agilidade no transporte

Os veículos Sprinter destacam-se no mercado por sua rentabilidade, graças a vantagens como baixo consumo de combustível, reduzido custo operacional e excelente valor de revenda. Além disso, conquistou uma imagem muito positiva também por sua agilidade no trânsito, vantagem especialmente importante no tráfego intenso dos grandes centros urbanos.


Sprinter Van 413 CDI

A Mercedes-Benz oferece ao mercado a mais completa linha de veículos comerciais leves do País, na faixa de 3,5 a 4,6 toneladas de peso bruto total - PBT, assegurando ampla flexibilidade de escolha para os clientes.


413 CDI - Chassi

Esta linha é formada pelos modelos 413 CDI (4.600 kg de peso bruto total - PBT), 313 CDI (3.550 kg de PBT) e 311 CDI Street (3.500 kg de PBT). São 12 versões de van para transporte de passageiros, 16 de furgão e 5 de chassi com cabina para transporte de cargas.

Os veículos Sprinter são equipados com o motor eletrônico OM 611 LA com tecnologia CDI (Common Rail Direct Injection), que oferece 129 cv de potência a 3.800 rpm e 31 mkgf de torque entre 1.600 e 2.400 rpm (413 CDI e 313 CDI) ou 109 cv de potência a 3.800 rpm e 28 mkgf de torque entre 1.400 e 2.400 rpm (311 CDI Street). Com isso, assegura força e ótima capacidade de aceleração, subidas e retomadas, fatores essenciais no tráfego intenso das grandes metrópoles.

Fonte: Mercedes-Bens / mercedes-benz.com.br


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